Intermezzo

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Quinta-feira, Julho 29

UNDER CONSTRUCTION

Rosental Calmon Alves, professor da Universidade do Texas, havia me falado de sua pesquisa há tempos e eis que agora aparecem os primeiros resultados: a maior parte dos 30 jornais mais importantes dos EUA faz atualizações diárias mínimas ou simplesmente não altera nada em suas versões online na Internet. Vale a pena se inteirar desse estudo. Os detalhes estão disponíveis no OJR.

Off topic: "USP" - Para registro. Após 63 dias de paralisação, terminou hoje a greve na Universidade de São Paulo (USP). Foi uma experiência profissional das mais "violentas", em muitos sentidos.  Mas não vale a pena gastar o latim aqui com isso. Como diz o povo, a fila anda. Bola pra frente.


Quarta-feira, Julho 28

COBERTURA BLOGUEIRA

Está no Estadão: Blogs multiplicam os olhares sobre a convenção democrata. O lead: " “É oficial. Somos repórteres”, diz o blog Opinions You Should Have (“Opiniões Que Você Deveria Ter”), ao anunciar que foi credenciado, entre cerca de outros 30, para cobrir a Convenção Nacional do Partido Democrata dos EUA. “Sim, agora podemos entrevistar você e depois citá-lo dizendo qualquer coisa que quisermos”. " Dica de Sérgio Corrêa Vaz.

Segunda-feira, Julho 26

KROLL, ORKUT, ABRAJI E MUITO MAIS...

Essa já entrou para a história.  Reproduzo o texto na íntegra. Mais sobre o caso, aqui.

 
26/07/2004
Em e-mail, espião disse que o papai do céu o protegia

da Folha de S.Paulo

Em sua página na Orkut, o novo centro de discussões na internet, o ex-funcionário da Kroll preso no sábado, o português Tiago Verdial, diz gostar de Cartola, Nelson Sargento e Clara Nunes. Na quinta, antes de ser preso e no dia em que a Folha revelou que a Kroll espionava o governo, disse a colegas por e-mail, de seu apartamento na Urca, no Rio. "Já li a matéria, tô passado. E o crack luso [uma referência a ele próprio] não foi citado!!". No texto, Verdial avalia duas alternativas: seu nome seria mencionado numa próxima reportagem ou, segundo suas próprias palavras, "papai do céu tá me protegendo e nunca serei lembrado. Gostei da 2ª opção".

No final da mensagem, convoca os amigos: "Alô, Alô, moçada do Riiio, hoje é quinta-feira vamo pro samba?" Esse é o "espírito" de Verdial, contaram seus amigos à Folha: alegre e expansivo demais para a imagem que leigos no assunto associam a espiões. Funcionário da Kroll por dois anos até que deslizes seus foram descobertos pelas autoridades, o português dizia ter-se mudado atrás de "felicidade" de São Paulo --onde estudou economia na USP e administração na FGV, sem se formar-- para o Rio de Janeiro.

Uma vez no Rio, e por orientação da Kroll, aproximou-se de jornalistas para extrair deles notícias e plantar versões. Mesmo sem ser membro, virou figurinha fácil na lista de conversa virtual da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo). "Trocamos muitas ligações e e-mails. Mas Verdial não era associado", disse o jornalista Claudio Julio Tognolli, um dos diretores da associação. "Até porque data de quase três meses alerta que fiz à diretoria da Abraji, para que ele não fosse admitido como sócio.

"Verdial nunca revelou nas mensagens que era funcionário da Kroll --embora, numa ocasião, tenha distribuído dados sobre um seminário da empresa.

Outros membros da Abraji contam que Verdial postou na lista mensagens com informações pessoais do ministro Luiz Gushiken, e sobre o investidor Naji Nahas.

Mas não se limitavam à lista seus esforços para extrair informações de jornalistas. Em janeiro passado, durante a crise financeira da Parmalat, ele telefonou para duas jornalistas especializadas em economia da Folha. Usou o nome verdadeiro para se identificar, mas mentiu quanto ao empregador. Disse que representava um grande fundo credor da Parmalat. 

Domingo, Julho 25

HIBERNANDO...

Alguns colaboradores do Intermezzo me deram um alô para avisar que estão entrando em férias. Como são os mais ativos, penso que a atualização por aqui talvez fique um pouquinho menos freqüente. Também estou pensando em hibernar por uns poucos dias... Entonces, inté breve. ;)

Quinta-feira, Julho 22

PÉ NA ESTRADA

Paulo Rebêlo, no Comunique-se, "manda avisar": "A falta de meios para pegar e-mail (ou postar no blog...) quando estamos na estrada, sem cidade grande por perto, é um martírio." Artigo completo aqui. Rebêlo: desplugue-se e curta as suas férias. ;)
COOPERAÇÃO ACADÊMICA

A Embratel transmitirá pela web as principais palestras do XIV Encontro da Associação de Universidades de Língua Portuguesa (AULP)  que se realizará nesta sexta, sábado e domingo na USP. Está sendo esperada a presença de representantes de 90 universidades de nove países que têm o português como uma de suas línguas oficiais: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. A programação está online. Durante o evento será discutida a criação de uma "universidade virtual" para troca de experiências entre esses países. Vamos ver.

Segunda-feira, Julho 19

INTERNET MELHORA DESEMPENHO ESCOLAR
 
Tomado isoladamente, o acesso à internet é o item que mais beneficia a performance dos alunos do ensino médio no Brasil. O desempenho entre os que têm internet é 35,2% superior em relação aos que não tem (ou 15,8 pontos percentuais a mais). Já o rádio é o item que menos altera o rendimeno escolar para melhor. Entre os alunos de segundo grau, 30,3% dispõem de acesso à internet em casa e 36,7% de computador.
 
A matéria é da Folha de S. Paulo e parte dos dados foram tabulados pela equipe do Inep/MEC a pedido da reportagem. 
 
A renda tem também fortíssima influência sobre o desempenho: "como se o histórico escolar tivesse se convertido em atestado de rendimentos", diz a matéria.
 
Confira também o relatório
final do Enem 2003.  Importante ponderar que é voluntário o exame do Enem. Amostra assim importante, mas não completamente fiel do estudantado de segundo grau.

Domingo, Julho 18

ORKUT: AME-O OU DEIXE-O 
 
Nelson de Sá escreve em Toda a Mídia: "A agência Reuters deu que o fascínio dos brasileiros pelo Orkut começa a incomodar: 'O Brasil tem trombado com os EUA nos subsídios agrícolas, no Iraque, mas nenhum conflito é tão pessoal como o que está sendo travado na internet. Os brasileiros invadem o Orkut com mensagens em português, que americano nenhum entende'."

Parece-me que vai incomodar cada dia mais. A Revista da Folha deste domingo  já tratou de elaborar um guia do Orkut. Em sua capa, estampa:  "Panelinha Virtual - Um beabá para desvendar as esquisitices da maior rede de relacionamentos da internet, o Orkut". 

Ainda sobre o assunto, vale a pena ler artigo de Alysson Costa, no Webinsider, tentando explicar o porquê desta febre de Orkut no Brasil.

Quinta-feira, Julho 15

APRIAMO UN BLOG?

Vale a pena ler o diálogo que originou o weblog "biz.blogs.it" (em italiano).
TEMAS PARA PENSAR 2: Web cria "receptores passivos"

Uma pesquisa publicada recentemente no The New York Times indica que o índice de leitura nos Estados Unidos vem caindo em todos os segmentos de leitores. Um dos pontos de destaque é a comparação feita entre leitores de livros impressos, que acabam por ter um comportamento intelectual mais ativo; e os leitores de páginas web, classificados como passivos ou "inertes".

A questão: a web foi feita para leitura?
Vejam a seguir trecho da matéria:

Reading is not an active expression like writing, but it is not a passive experience either. It requires effort, concentration, attention. In exchange, it offers the stimulus to and the fruit of thought and feeling. Kafka said, "A book must be an ice ax to break the seas frozen inside our soul." The metaphoric quality of writing — the fact that so much can be expressed through the rearrangement of 26 shapes on a piece of paper — is as exciting as the idea of a complete genetic code made up of four bases: man's work on a par with nature's. Discerning the patterns of those arrangements is the essence of civilization.

The electronic media, on the other hand, tend to be torpid. Despite the existence of good television, fine writing on the Internet, and video games that test logic, the electronic media by and large invite inert reception. One selects channels, but then the information comes out preprocessed. Most people use television as a means of turning their minds off, not on. Many readers watch television without peril; but for those for whom television replaces reading, the consequences are far-reaching.
TEMAS PARA PENSAR 1: Spam ultrapassa os limites da Web

Na esteira da recente reunião ocorrida em Genebra para formas de combate ao spam na web, deixo aqui meu depoimento para reflexão.

Meu comentário surgiu após uma frustrada tentativa de uma manhã de trabalho concentrado sem interrupções. Supostamente, as atividades que desenvolvo – a pesquisa, o ensino e a consultoria – requerem um mínimo de introspecção, concentração e reflexão para a produção de resultados razoáveis e propositivos. Quando entro neste processo, em geral, busco o abrigo de meu escritório doméstico, onde, também supostamente, o índice de interrupções é menor ou mais controlado.

Cada vez mais este refúgio vai ficando vulnerável a cenas que simplesmente poderiam ser rotuladas como invasão de privacidade, mas que mercadologicamente têm têm sido creditadas ao famoso “marketing de relacionamento”. Parece norma: a cada dez telefonemas no período da manhã, nove destinam-se à venda de algum produto ou solicitação de alguma contribuição filantrópica; o período da tarde dá um descanso, e o cair da noite retoma o assédio com elevado furor entre 20 e 22 horas.

Ao que parece, o spam (as mensagens indesejadas) mudou de canal. Ele que ainda invade nossos e-mails e que tem sido perseguido por filtros e controles dos mais diversos para que a World Wide Web não seja desacreditada está migrando para o telefone, e trazendo as mesmas indagações geradas pelo spam: quem fornece ou de onde são capturados nossos e-mails e números telefônicos? Estaríamos mais expostos à já existente ação do Grande Irmão?

Tecnicamente, esta ferramenta de marketing de relacionamento – o telemarketing – está mais para um marketing de interrupção de baixíssima eficácia, segundo Seth Goddin. Da mesma forma que ocorre no ambiente web, toda interrupção, ou desvio de atenção, retira o foco do usuário no conteúdo e o carrega para outro site e não para o cerne da interrupção.

No caso do spam telefônico verificamos mais um agravante. Talvez inspirado pelos critérios de rejeição do spam digital, onde emissor desconhecido ou provedor de mensagens que consta da lista negra, deleta-se automaticamente a mensagem, a totalidade destes contatos telefônicos iniciam-se em identificação de quem está do outro lado da linha e quais seus reais objetivos.

Ao que tudo indica a figura do spam já é parte do cotidiano em todas as formas disponíveis de comunicação interpessoal. Incluam-se aqui as propagandas não solicitadas que sempre invadem nossos ouvidos nas linhas de atendimento ao cliente e mensagens de texto para nossos celulares, vendendo algum “benefício” do provedor.

É um tema interessante para quem quer desenvolver algo diferenciado na pesquisa em Comunicação. Já é tema de desenvolvimento de tecnologias para filtros telefônicos. E também para o oportuno lançamento de uma liga anti o mau uso do telemarketing.
Aguardo aliados nessa luta.

Quarta-feira, Julho 14

ENSINO DE JOL

A qualidade do ensino universitário de jornalismo online é o assunto da coluna de Mario Lima Cavalcanti publicada nesta quarta no portal Comunique-se. O colega conversou com três profissionais do meio sobre o tema: Elisabete Barbosa, co-autora do livro "Weblogs - Diário de Bordo"; Paulo França, diretor da R2 Digital; além da abaixo-assinada. :) O texto do Mário está disponível aqui.

Terça-feira, Julho 13

PORQUE NÃO HÁ CARTAS?

Ainda sobre a relação leitor-jornalista-ombudsman (ou provedor de leitor, como queiram), mencionada aqui, indico a leitura do mais recente post do blog Indústrias Culturais. O "mais recente" refere-se ao texto de amanhã, quarta (14), ainda que por aqui seja hoje, terça (13); já que o amanhã brasileiro chega antes do outro lado do Atlântico. (Esta última frase mostra realmente que o tempo online é apenas um: o agora; o tempo do leitor, já que estamos falando sobre ele).
BOA NOTÍCIA: AQUI PODE

Curioso esse lead do Paulo Markun, colunista do Jornal do Terra, não? (O resto do artigo encontra-se aqui).

"Dizem que notícia ruim é que vende jornal e que coisa boa não é notícia. Como o Jornal do Terra não é vendido e pode ser livremente acessado por todos os que tem acesso à internet, vou correr o risco. A aprovação da reforma do Judiciário pelo Senado, ainda que os 175 destaques tenham ficado para o mês de agosto, é uma boa notícia."

Segunda-feira, Julho 12

GOL DE LETRA

Folha - Quem foi o melhor jogador em campo?
Chico Buarque de Holanda - A modéstia me impede de dizer.

Confesso: essa frase capciosa, publicada na FSP de domingo (11), foi apenas um belo pretexto para trazer uma foto do Chico para cá :) Mas quem realmente quiser saber mais sobre a Flip (Festa Literária Internacional de Parati) e seu time de escritores, leia reportagem da FOL.
A IMPRENSA DE CALÇAS

Tive a oportunidade de debater o tema abaixo diretamente com o ombudsman da FSP, Marcelo Beraba, e agora reitero aqui: a reflexão sobre se a imprensa tem uma feição mais masculinizada do que afeminada -- de acordo com a rara ou a forte participação de mulheres na mesma -- vale não somente para os (as) que fazem jornal como para os (as) que o lêem. Vamos aos excertos da coluna do amigo publicada neste último domingo (11):

# "O jornal [FSP] publicou 57 cartas no seu "Painel do Leitor", sendo 43 assinadas por homens (75%) e 14 (25%) por mulheres. Pesquisei nos dois concorrentes diretos, e o resultado foi bem parecido. No mesmo período [uma semana completa, de sábado, dia 3, à sexta, dia 9], "O Estado" publicou 87 cartas nas suas duas seções, "Fórum dos Leitores" e "Fórum de Debate": 65 assinadas por homens (75%) e 22 por mulheres (25%). No "Globo", foram 137 cartas, sendo 108 de homens (79%) e 29 (21%) de mulheres."

# "(...) Foram publicados 14 artigos, todos assinados por homens. Todos. O último artigo assinado por uma mulher saiu na sexta-feira, dia 2, de Maria Sylvia Carvalho Franco, professora de Filosofia da Unicamp e da USP, "Lula e cultura popular". Na sexta anterior, 25 de junho, saíra "O Brasil na França", da escritora e psicanalista Betty Milan. A situação nos dois concorrentes é absolutamente igual. Na semana pesquisada, "O Estado" publicou 14 artigos no seu "Espaço Aberto" e "O Globo", 15 (não incluí os articulistas fixos). Todos assinados por homens. Levantamento feito pela Coordenação de Artigos e Eventos da Folha, responsável pela edição dos artigos, revela que nos últimos 365 dias foram publicados 730 artigos e apenas 63 foram assinados por mulheres. Ou seja, 9% (...)" (Sobre os artigos da página A3, em "Tendências e Debates", escolhidos pela própria FSP).

# "O caso dos artigos é única e exclusiva responsabilidade dos jornais. Embora eles aceitem colaborações, a maioria dos artigos que publicam é por encomenda. Segundo Chiossi [editor da seção], a edição dos artigos não segue uma política de cotas de gênero, mas tem como critério o cargo, a representatividade e a qualidade do texto do articulista. "A mínima participação de mulheres não é intencional", diz."

# "O problema das cartas é diferente porque, pelo levantamento feito por Tedesco [editor da seção], é pequeno o número de cartas que chegam assinadas por mulheres. Na quinta, véspera do feriado paulista, ele recebeu 68 cartas e e-mails. Destas, apenas nove (13%) foram enviadas por mulheres."

# "O jornal é tradicionalmente identificado com o público masculino, mas isso vem mudando com os anos. O último Perfil do Leitor da Folha, realizado em 2000, mostrou que metade dos leitores do jornal é formada por mulheres. A Folha deveria refletir um pouco sobre essa situação se quer estar em sintonia com o seu público e crescer. (...) O jornal deveria abrir mais espaço com a preocupação de que a edição das cartas reflita equilíbrio e diversidade."

# "(...) anos atrás eu fiz um levantamento na "Veja", nas Páginas Amarelas (de entrevistas), e aí era realmente acachapante. Houve um ano com apenas uma mulher entrevistada. Nesse caso, como no caso da seção de artigos da Folha, é uma seleção editorial e eu duvido que não tivessem outras mulheres que pudessem ser entrevistadas. (...) A imprensa é um gênero masculino (rindo). Apesar de todo o avanço no mercado de trabalho, a imprensa ainda é masculina. Na verdade, o mundo ainda é um mundo de padrão masculino, por mais que hoje exista uma criação mais libertária. (...) Eu penso que a imprensa poderia ajudar, não com um sistema de cotas, como os partidos políticos, mas podia pensar um pouquinho mais nessa questão de gênero e de diversidade. Não só de gênero, mas de idade, de etnia, de local de moradia. A mídia se enriqueceria muito." (Dulcília Schroeder Buitoni, professora de Jornalismo na ECA/USP, autora dos livros 'Mulher de Papel' e 'Imprensa Feminina', em entrevista ao ombudsman).

Terça-feira, Julho 6

BBC DISCUTE AS REGRAS DO JOGO EM JORNALISMO

Jornalistas da BBC falam sobre questões fundamentais da profissão em um especial sobre jornalismo publicado no site da BBC Mundo.

O especial "As regras do jogo" traz seções exclusivas sobre imparcialidade, precisão, transparência, responsabilidade e independência. Cada uma inclui as experiências, reflexões e recomendações de diversos repórteres, editores, produtores e correspondentes.

Entre os diversos relatos, seis profissionais da imprensa discutem os riscos e traumas dos correspondentes de guerra, além da formação e capacitação de jornalistas em novas democracias.

Leia em BBC Mundo. Nota reproduzida do website do Knight Center e de sua lista de discussão no Brasil.

Sábado, Julho 3

POSTS VIRAM LIVRO

Será lançada nesta segunda (5), na capital paulista, a "Wunderblogs.com", primeira coletânea brasileira composta por "posts" de blogs. O livro, da editora Barracuda, reúne as melhores crônicas publicadas em onze weblogs nacionais hospedados no portal que dá nome ao livro. São 300 páginas de muito bom humor, segundo nos conta o repórter Cassiano Elek Machado em matéria do caderno Ilustrada da Folha de S. Paulo deste sábado. O jornalista entrevistou os onze blogueiros que participam do livro. O bate-papo está disponível na FOL. Vale a pena conferir.

Quinta-feira, Julho 1

LEITORES ESPANHÓIS

Estudo recente do Centro de Investigaciones Sociológicas (CIS) dá conta de que boa parte dos espanhóis que lê jornais em papel *nunca* consulta as versões digitais dos periódicos. Nada menos que 86%. Mais sobre a pesquisa: aqui, em matéria do El Mundo de 28/06/04.